infinito

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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

mundos felizes...



Os mundos felizes são habitados por espíritos desapegados da efemeridade material e mais adiantados ao nível moral, intelectual e espiritual. 
A Terra encaminha-se para esse estado, mas por enquanto todos vivemos expiações e provas ponderadas pela lei de causa e efeito. O sofrimento sobrepõe-se à felicidade. A dor ainda prevalece face ao amor.

- Grupo de jovens espíritas do A.S.C.E.Viseu -

terça-feira, 1 de agosto de 2017

educação

video


Queremos mudar o mundo. Precisamos mudar a forma como funciona a sociedade. Ajude-nos a criar igualdade através da educação.

ser paciente



Ter paciência e compreensão para ouvir um idoso que já não dispõe de agilidade para o diálogo nem de coordenação rápida para expor as suas ideias e necessidades, é um gesto solidário e significativo, que contribui muito para o ajustamento emocional desse idoso.

* Waldenir A. Cuin *

Cumprimento



Cumprimentar as pessoas que se relacionam connosco no dia-a-dia, é uma atitude simples e extremamente útil, que abre as portas da amizade e faz crescer o tesouro das boas relações humanas.

* Waldenir A. Cuin *

Mortes prematuras



Right now, Central Mediterranean sea. 25 Julho 2017 - 15:37


Como é que se pode assobiar para o lado e ignorar fotos destas que nos chegam todas as semanas?

Agosto


quinta-feira, 27 de julho de 2017

Albufeira...



Albufeira...

Caravaggio









Caravaggio usa as pessoas da rua para posar para as suas pinturas.





TAP



A imagem de Portugal voa no mundo e transporta o melhor de nós..

a vida revela-se...



No meio da adversidade a vida revela-se...




outra oportunidade...


Quantas vidas esta janela guarda de outro tempos. Agora pacientemente espera que alguém venha, e lhe dê nova alma.
Nem tudo no tempo morre, apenas espera uma outra oportunidade...

João Eduardo

outros horizontes




Quantas vezes precisamos de descobrir outros horizontes e que para lá chegar temos que ultrapassar obstáculos, mesmo que pareçam inultrapassáveis...

João Eduardo

quarta-feira, 26 de julho de 2017

A saúde integral




No passado dia 24 de Julho, o auditório da Associação Espírita de Leiria, foi pequeno para tantas pessoas que ali acorreram para ouvir o conhecido espírita Divaldo Pereira Franco. O seu estado físico, apesar da idade avançada, mas jovial espírito abnegador da divulgação da paz, permitiu que fossem transmitidos elevados exemplos de persistência perante as adversidades da vida. Palestra que encheu de encanto todo o auditório com as suas sábias palavras. O seu exemplo de vida em torno das causas humanitárias inspira-nos como um exemplo sublime a seguir. A sua dissertação em torno do perdão, abrangeu várias áreas da vida em torno das emoções, da auto cura e sobretudo da falta de prática da lei do Amor. Quando falamos da saúde, somos sacudidos quase todos pelas doenças, fazem parte do universo das nossas vivências. Naturalmente as doenças resultam de práticas menos correctas nesta vida ou em consequência de vidas passadas. Quem estuda Espiritismo facilmente compreende essa realidade. Todos os nossos actos têm consequências para o bem ou para o mal, resultantes das nossas escolhas que ficam no registo do perispírito e que por sua vez se projectam no corpo físico. As doenças são isso mesmo, a depuração até alcançar a saúde integral. Para lá chegar move-nos as nossas actividades de amor ao próximo. Divaldo Franco demonstrou-nos através de exemplos práticos e pessoais, que não nos podemos deixar de desfalecer, de ficar aprisionados pelo corpo, quando o importante é o espirito de comanda o corpo e imprime a vontade. Por isso a auto disciplina é muito importante para superar as dificuldades. Através da psicografia de Chico Xavier, recebemos informações de André Luiz e Emmanuel de que a saúde integral, que tanto aspiramos é formada por factores psicológicos, biológicos, sociais e espirituais. Estudos científicos apontam para que as emoções tanto podem fortalecer a saúde do organismo humano, e se forem equilibrados físico-espiritual, caso contrário, sendo desequilibradas e descontroladas levam a um inúmero rol de doenças. Divaldo Franco chamou a atenção para a gestão individual das emoções, para que elas não venham a causar distúrbios na actual vida e com extensão às próximas vindas através da encarnação. Por isso cada vez mais, e nós os espíritos imortais temos essa capacidade, porque sentimos o peso da responsabilidade do conhecimento desse processo. Estarmos conscientes dessa realidade é caminho fértil para alterar aquilo que somos e tudo aquilo que nos rodeia, e que vai receber as bênçãos dessa inter-relação. A interiorização, e a iluminação espiritual são passos de gigante para tornarmo-nos seres mais próximos dos desígnios da divindade a que tanto aspiramos. A introspecção diária surge como um aditivo para rever o nosso dia, para poder projectar o dia seguinte sempre melhor. Rever o nosso programa de vida e as suas relações com o próximo, são vectores que qualquer ser humano deve colocar em prática, quer seja cristão ou de outro credo religioso ou espiritualista. É por esta via que a saúde integral é um aliado relacionado com o mérito de cada um e com o seu trabalho individual. A lei do Amor, a nossa sintonia com os pensamentos do bem, podem ser ilusões utópicas para alguns, mas que a ciência com milhentos estudos já demonstrou que é assunto sério e que vai provocar alterações sociais no presente e no futuro. Fica a gratidão de seguirmos o nosso caminho com a certeza destes conhecimentos, para podermos continuar a cumprir as tarefas que trazemos de outra dimensão para aqui na Terra, colocarmos em prática. Afinal prevenir é remediar dissabores, e assim encontraremos facilmente os caminhos que mais nos confortam, mesmo que caminhemos lado a lado com as adversidades daqueles que de cá, ou de lá nos querem interromper a caminhada. A melhor arma é sem dúvida o exemplo. Sobretudo os bons exemplos. Finalizando esta missiva, não posso deixar de referenciar a excelente abertura musical proporcionada pela voz do Contratenor João Peças, e que a todos emocionou. Muita paz.         

Bibliografia:
- Editorial revista Verdade e Luz/Julho2017
- Divaldo Pereira Franco
- Francisco Cândido Xavier

João Eduardo 







humor

video

Não me canso de ver este vídeo... 
maravilhoso

terça-feira, 25 de julho de 2017

A grandeza de um homem


A grandeza de um homem pode ser medida pela sua capacidade de serviço ao próximo, de humildade e de amor.
Os homens grandes chamam a atenção e projectam sombra, mas os grandes homens, onde quer que se encontrem tornam-se claridade inapagável, apontando rumos libertadores.
Os verdadeiros heróis se ignoram, preocupados que vivem em ajudar mais do que fazer a propaganda dos próprios actos.
Torna-te um deles, no silêncio das tuas realizações e na grandeza da tua pequenez.

Joanna de Ângelis
psicografia de Divaldo P. Franco 
Livro: Vida Feliz





foto tirada por João Eduardo em São Martinho do Porto/2016

Apresentação de livro "Antologia" de a.m.catarino










A algum tempo fui convidado pelo meu amigo António Catarino para uma tarefa monumental de apresentação do seu mais recente romance. Digo monumental, porque ler 559 páginas, é um empreendimento literário gigante, sobretudo pelas características da obra, cujo conteúdo nos prende do princípio ao fim. Confesso que já tinha o livro desde Fevereiro, inicialmente para fazer um pequeno apontamento de apresentação para uma rubrica radiofónica numa rádio local, que entretanto teve que ser adiada para melhor oportunidade. Nem sempre a minha disponibilidade permite pegar em determinados projectos e dar-lhes mais sentido. Como a leitura é apenas uma ocupação reduzida do meu tempo, tenho procurado rentabilizar esse mesmo tempo, que é no fundo o que o romance Antologia nos fala também. Foi assim que recentemente, foi formalizado o convite para apresentar o livro Antologia na Tenda Feira do Livro em São Martinho do Porto, que se realizou no passado sábado 22 de Julho. Normalmente onde existem livros existe público que se interessa por cultura e sobretudo na procura de obter livros com preço reduzido. O tempo é de férias e apesar de o tempo convidar a uma roupa mais aconchegada, permitiu que durante a apresentação, algumas pessoas interrompessem a sua mirada literária para assistir à apresentação do livro, que foi abrilhantada com um excelente momento musical interpretado por António Alves. Sobre o livro, falarei noutro apontamento. Apenas quero expressar aqui publicamente a excelente recepção da Casa da Cultura de São Martinho do Porto, mas sobretudo o meu maior agradecimento ao António Catarino por ter depositado confiança nesta apresentação, que agarrei com a humildade que tento colocar em prática todos os dias. Nem sempre é fácil assistir a dilemas humanos no dia-a-dia, quando temos que enfrentar desígnios que não vem a propósito aqui evidenciar. A vida já me permitiu agarrar a tranquilidade necessária para ultrapassar desafios. Por último, um grande apreço e agradecimento pelo apoio dado por amigos que fizeram questão de estar presentes neste evento público. 

João Eduardo 





terça-feira, 18 de julho de 2017

g n r



Sei que somos um país de fracos recursos financeiros. Mas se existem situações em que o investimento não deve ser cortado é na segurança. Segurança a seu dono. Impensável que sejam seguranças privados a guardar instalações da GNR. Para além de anedótico é vergonhoso. E não me venham com explicações sobre o assunto, a justificar o injustificável. Isto é o resultado de pessoas incompetentes que tem passado pelos sucessivos governos e de suas políticas desastrosas...  





quinta-feira, 13 de julho de 2017

nosso tempo


Imagens como esta, já não perturbam ninguém! Se assim fosse já teria acabado à muito tempo.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Aleksander Balos
























Aleksander Balos é um pintor nascido na Polónia em 1970, tendo ido em 1989 para os Estados Unidos, onde completou os seus estudos e iniciou a sua carreira artística, tendo mais tarde adquirido a nacionalidade americana.

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Esta é uma parceria com João Roque que na sua página de Facebook, vai publicando diversos trabalhos no domínio das artes.








sábado, 8 de julho de 2017

O nosso tempo...



O meu traço mais característico é a impaciência, a incapacidade de aturar gente que possui o extraordinário talento de falar muito, dizendo nada, e exigindo atenção constante.

- J. Rentes de Carvalho -